Manifestações mobilizam ruas de várias cidades do Brasil neste domingo
Por [Neto Farias]
Participaram do
ato lideranças políticas, como o senador Flávio Bolsonaro, o presidente do PL,
Valdemar Costa Neto, o deputado federal Nikolas Ferreira, deputado federal
Guilherme Derrite, governador de Minas Gerais Romeu Zema, governador de Goiás,
Ronaldo Caiado, e prefeito Ricardo Nunes. Durante a mobilização foram feitas
críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e às decisões do Supremo
Tribunal Federal (STF). Houve também pedido por anistia e liberdade do
ex-presidente Jair Bolsonaro e aos condenados pelos atos de depredação de 8 de
janeiro.
Neste domingo (1º), milhares de brasileiros saíram às ruas em diversas capitais e cidades do país em protestos convocados por lideranças políticas e grupos de direita.
Os atos, baptizados de “Acorda Brasil”, começaram pela manhã em várias regiões e ganharam maior concentração à tarde, com pontos especialmente significativos como a Avenida Paulista, em São Paulo e a Praça da Liberdade, em Belo Horizonte.
| Belo Horizonte |
Os organizadores, entre eles o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o pastor Silas Malafaia, convocaram os participantes a protestar contra ações do governo federal e do Supremo Tribunal Federal (STF), além de defenderem pautas como:
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Anistia para envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023;
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Críticas às decisões do STF e ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva;
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Apelos por mudanças políticas e posicionamento contra ministros da Corte
Recife
Mobilização em vários estados
Além de São Paulo e Belo Horizonte, atos foram registrados em capitais e cidades de diferentes regiões do país, incluindo:
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Campo Grande (MS)
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Brasília (DF)
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Recife (PE)
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Florianópolis (SC)
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Fortaleza (CE)
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Porto Alegre (RS)
entre outras.
Os manifestantes estiveram nas ruas marchando, realizando caravanas e aglomerando-se em praças e avenidas principais, muitos portando bandeiras do Brasil, cartazes e entoando palavras de ordem.
Contexto político e polarização
Esses protestos ocorrem em um contexto de profunda polarização política no Brasil, com queixas persistentes de grupos de direita sobre a atuação de instituições como o STF e a condução da política pelo governo federal.
Embora as manifestações tenham mobilizado grandes públicos em diferentes cidades, autoridades ainda não divulgaram estimativas oficiais de público, e até o momento não há relatos significativos de incidentes graves.